5.9.10

Seu Jorge And Almaz

Parece que o Seu Jorge agora quer tomar os states de assalto.





13.8.10





4.8.10

O que me agradou no Milhões de Festa



Toro y Moi


Monotonix


Delorean


Valient Thorr


Men Eater


Black Bombaim


Crystal Fighters


el guincho, riding panico, long way to alaska, paus, Karma To Burn , the Fall ...

30.7.10

Mais uma bela surpresa brasileira

Tocam hoje as 02h30 na Av Vasco da Gama, em SINES



FMM SINES 2010

29.7.10

A nova musa brasileira vem do Ceu

Acabou de tocar no castelo aqui em Sines:

21.7.10

A israelita Yasmin Levy vem ao Sines, quinta 29 Julho 22h00



Nova Lima, Quarta 28 de Julho, 03h00 na Av Vasco da Gama



TINARIWEN, Sexta 30 de Julho, 00h30 no Castelo



STAFF BENDA BILILI, Sabado 31 de Julho, Castelo 00h30 (fogo de artificio)

20.7.10

Leftfield - Afro Left

16.7.10

B Fachada - Há Festa na Moradia



Novo album de B Fachada disponivel aqui.

Ando a ouvir disto no carro











E para acabar, uma musiquinha prá machucar os córações:

8.7.10

Gallows - I Dread the Night



dia 29 no paredes de coura

2.7.10

Mais umas deliciosas









Um piano belga de 1982 prós mais eruditos:

1.7.10

28.6.10

Archie Bronson Outfit - Coconut

Duas das musicas que não me canso de ouvir no carro:



26.6.10

Beck Record's Club

Covers do ano! Grande dica. Obrigado Selada, manda mais dessas.







BECK RECORD CLUB

23.6.10

o bisonte




http://www.myspace.com/obisonte
(ouvir com atenção a Matilha dos Tristes)

19.6.10

Tame Impala - Solitude Is Bliss

São australianos e são a sensação da momento.



18.6.10

16.6.10

Feromona - Isto nao é Hollywood

A gente vive na cidade enganada, a gente nem sabe onde é que mora. Todos os dias a gente pensa que hoje é que é o dia e que este é que é o sítio onde as coisas acontecem. Mas aqui não acontecem coisas, acontecem só imitações das coisas. Isto não é Hollywood, bebé. Isto não é Hollywood. A gente aqui a pensar que cria obras-primas e a gente só cria ranço, bafio e nojo. A gente faz mais falta e dá mais jeito nas obras públicas do que nas obras-primas. Viemos para a cidade a julgar que era grande, afinal isto é pouco mais que pequeno. Porque é sempre igual e está sempre longe das cidades de verdade, das metrópoles a sério, com gente a sério. Gente daquela que importa. A gente aqui a contentar-se com colinas e com o Tejo. Mas a gente sonhava era com gins tónicos de fim de tarde em Sunset Boulevard, a ver passar os artistas, “olha, vai ali o Johnny Depp... anda cá, bebe um com a gente”. A gente gostava era de dizer adeus e boa tarde à Natalie Portman. A gente queria mesmo era flirtar com a Scarlett Johanssen na padaria. O que a gente adorava ter um pontiac descapotável ou um hummer como os das séries de investigação criminal ou um chevrolet do tamanho de uma camioneta de carga, com uns cornos de barrosã – mas das americanas – lá à frente. E ficar ali, estar na moda, esperar pacientemente pelo dia em que a vida muda, em que vale a pena ter nascido, vale a pena ter tido borbulhas na adolescência, vale a pena ter falhado, ter perdido, ter sofrido, ter chorado, ter acordado outra vez, todos os dias. Porque ali as coisas acontecem mesmo. Ali a vida pode mudar um dia. Agora aqui é sempre a mesma pobreza, a mesma desistência. Até as vitórias são forjadas. E nem as derrotas são feitas de dor genuína. Como é que uma pessoa pode sentir dores a sério se isto, nada disto é a sério, nada acontece, e as coisas que surgem são imitações das verdadeiras coisas? Isto não é Hollywood, bebé....

Ouçam a musica aqui: www.myspace.com/feromona